Tragicomédia

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Tragicomédia nasceu quando um cara que aspirava a carreira de câmera man cineasta, mas não sabia criar nenhum dos gêneros que mais faziam sucesso em sua época: Dramalhão e palhaçada. Do que ele manjava estava em desuso, não sabia fazer nada sobre drama e nada sobre comédia, a não ser o início e meio de ambos(tu sabe o quanto pode dar problema isso de deixar pela metade), então ele pensou com cara de imbecil Porque não juntar as duas coisas? Surgiu se esfacelando a tragicomédia.

Ah... ah... ah...[editar]

Reação certa de quem vê uma verdadeira tragicomédia.

Na verdade isso sempre existiu, apenas precisava um mongo que estivesse numa fase bem fodida(e algumas vezes a dúvida é qual das fases é mais fodida) e ainda assim conseguia trazer no rosto um sorriso alegre(pense no Seu Madruga, eu nem precisaria explicar mais o que seria tragicomédia, mas a página ficaria pequena demais), então tendo alguém que mesmo fodido conseguisse sorrir, sempre existiu isso, claro que ninguém tem o trabalho de verificar se a risadinha brejeira seria ou não de desespero, mas muitas vezes era mesmo de ânimo, ainda que o desgraçado infeliz, nenhum motivo tivesse pra sorrir.

Outra reação a uma tragicomédia.

Isso seria o verdadeiro e fodido drama, junto com palhaçada: Sorrir em meio à desgraça, mas como depois que resolveram transformar isso em gênero, separaram as horas de humor das de tragédia, daí tudo virou um festival de merda: 80% das coisas criadas dessa forma, acabaram por ser qualquer asneira, do tipo novela, filmes de quinta, livretos malacabados: Basta umas piadinhas sem graça nas horas em que tudo vai bem, e depois os dramas. Mas essa não era e nem nunca foi a ideia inicial, que ia mais na linha do infeliz, que mesmo fodido ainda trazia no rosto um sorriso alegre.

Qualquer coisa passou a ser chamada do gênero tragicomédia. E ainda foi considerado uma grande proeza pois nossa, dois gêneros tão diferentes ao mesmo tempo. O caso é que não era mais ao mesmo tempo, era apenas histórias pra corno boi dormir, com umas pegadas de humor em certos momentos e o dramalhão ao longo da trama. Porrrrrra, não era pra ter algo de cômico na mesma hora da tragédia? Era pra ser essa a arte, por mais que pareça impossível.

E...[editar]

Demônia da Tasmânia tragicômica engolindo uma coitada duma cobra.

O infeliz que não conseguia criar ou drama ou comedia, morreu satisfeito porque não viu em que bosta havia se transformado sua ideia. Claro que tragicomédia se via a toda hora, bastando olhar pra si mesmo ou ao redor, era tragicomédia o tempo todo, mas isso agora estava apenas restrito ao cotidiano, pois no teatro, cinema etc, rendeu sim uma montoeira de histórias meia-boca, apenas por terem achado demais os dois gêneros junto e quem o fizesse era chamado facilmente de gênio.

Sem graça, mas não tinha jeito, isso tinha que aparecer.

Qualquer asneira mal feita com musiquinha chorada de fundo, e então em momentos mais brandos da paçoca, colocar umas asneiras humorísticas. E assim morria recém nascida a tragicomédia: Amigão, chega aqui bem pertinho(não tanto), mas chegue aqui e ouça: Quantas obras, seja do que for, você vê que se pode dar uma risadinha mesmo em meio à choradeira? Diga lá, tente puxar pela memória, quantas vezes tragédia concomitante ao momento de riso?

...sim, ao mesmo tempo e tu nem deve estar achando possível, mas encontrasse em obras muito, mas muito mas muuuuuito remotas, nem Rita Cadilac havia nascido(embora ela tenha chegado perto de estrelar numa tragicomédia), pra se ter uma ideia. E sim é possível as duas coisas ao mesmo tempo, exatamente, isso era pra ser a tragicomédia, mas morreu logo depois de nascer, lembrando que mesmo na ficção, ela estar quase extinta(alguns toques ainda surgem), é possível que veja tragicomédia quando você sai atrás das suas coisas nessa tua vidinha.

Ver também, se quiser[editar]

  • Comédia, pode acreditar, também tem haver.