Universidade da Região da Campanha

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Carla Perez sobre URCAMP

A UNICAMP, ou URCAMP, é uma universidade localizada em vários municípios das regiões da Campanha e Oeste do Rio Grande do Sul. A Reitoria está localizada em Bagé, assim como a maioria dos "cursos". As outras cidades "atendidas" por essa briosa instituição são: Alegrete, Caçapava do Sul, Dom Pedrito, Itaqui, Santana do Livramento, São Borja e São Gabriel. Sua história está marcada pelas greves causadas pela falta de dinheiro (e consequentemente excesso do mesmo nos bolsos de alguma pessoa), pelo processo de federalização que acabou não acontecendo, por ser recorrentemente confundida com a UNICAMP e por receber alunos burros que não tiveram sorte nos vestibulares de universidades federais, como: UFRGS, UFSM, UFPel, FURG e, mais recentemente, UNIPAMPA.

Siga essa indicação se você NÃO quer estudar na URCAMP.

Histórico[editar]

No início de século XX, um bageense, de nome Átila Taborda, destacava-se por sua inteligência, e pelos belos (?) versos que escrevia. Formou-se em Direito, em Porto Alegre, e voltou para sua cidade, onde viveu até sua morte. Cabe lembrar que àquela época esse curso correspondia a 50% das opções disponíveis, ao lado da medicina.

Um dos filhos do Dr. Átila, de nome Tarciso, desde pequeno era um pouco lerdo, demorava bastante para aprender as coisas. E assim continuou durante toda sua vida estudantil. Quando conseguiu se formar no então ginásio (atual ensino médio), aos 23 anos, começou uma via crucis, em busca da aprovação no vestibular. Tentou em todas as universidades possíveis e imagináveis, inclusive na Argentina e no Uruguai, sem obter nenhum resultado. O velho pai, preocupado ao ver o filho, agora com 36 anos, sem nenhuma perspectiva acadêmica, movimentou seus pauzinhos, convenceu algumas pessoas, e conseguiu abrir uma faculdade de Direito na cidade, a qual foi denominada Fundação Universidade de Bagé (FUnBa). Pela sigla, pode-se perceber a influência emo que já existia naquela época.

A URCAMP disponibiliza uma excelente estrutura aos seus alunos.

Nos anos subsequentes, a universidade foi englobando mais cursos, como Agronomia, Zootecnia e Medicina Veterinária, adaptados ao modo de vida agroboy agropecuarista bageense. À medida em que os resultados foram melhorando, mais pessoas burras inscreviam para os vestibulares, a FunBa começou sua expansão pela região da campanha e região oeste do estado, passando a se chamar URCAMP.

A expansão encontrou um problema. A prova de seleção estava difícil demais, o que fazia, mesmo com todas as facilidades oferecidas ao futuro universitário, que vários completos ignorantes indivíduos não passassem. Assim, o número de questões foi minguando. De 100, passou a 80, depois a 60, 40, 20, 5, até se resumir apenas a uma redação. E esta pode ser concluída apenas com uma assinatura.

A URCAMP havia crescido bastante, tinha uma boa estrutura e razoável número de cursos. Mas veio a crise, influenciada pela conjuntura econômica da cidade, já que, devido às secas constantes., metade dos alunos passaram a ter dificuldades de pagar as mensalidades, já que as lavouras de arroz e as criações de gado viraram desertos. A partir daí, as ondas da praia derrubaram o castelinho de areia da universidade bageense. As dívidas foram surgindo, os professores foram migrando para outras instituições, a estrutura foi se sucateando. Aí, como tentativa para melhorar as coisas, lançou-se um boato que lhe garantiu uma sobrevida razoável: a federalização da URCAMP. Seguiu-se uma série de manifestações bem emos, como abraçar o prédio da reitoria, por exemplo, e, logicamente, um abaixo-assinado, que só fez desperdiçar algumas canetas BIC. O Ministério da Educação, em 2005, anunciou a criação de uma instituição federal na região, a UNIPAMPA. O que antes era uma campanha pela salvação da URCAMP, culminou no agravamento de sua crise.

Estrutura da Universidade[editar]

  • Vários prédios cheios de infiltração, metade deles postos em leilão por multitudinárias dívidas;
  • Um hospital universitário esquisito, visto que a URCAMP não tem curso de Medicina, então, funciona na base do bom e velho Tylenol;
  • Vários depósitos, a fim de armazenar toda a papelada relativas aos calotes às dívidas da instituição;
  • Uma biblioteca pre-histórica que conta com obras datadas de 400 a.c, algumas segundo o Historiador Maior de Bajé, Alaor, foram assinadas por Moisés!
  • Uma conta bancária, para receber e mandar sabe-se lá para onde as mensalidades;

Além do mais, os estudantes, que economizam seu dinheirinho (dos seus pais), para comprar suas Toyotas, estão muito preocupados com o destino das suas mensalidades.

Fachada da Reitoria.

Alguns dos "Cursos"[editar]

  • Direito, voltado para a formação de advogados trabalhistas especializados em porta de cadeia em trabalhar para sindicatos;
  • Zootecnia, Agronomia e Medicina Veterinária, voltado para a organização de churrascos, festas campeiras, rodas de chimarrão e masturbação inseminação de touros;
  • Artes Cênicas, cuja especialidade é realizar uma bobagem pra lá de mórbida saraus no cemitério de Bagé, num ato completamente emo, com o objetivo de preservar os patrimônios históricos da cidade, além de aproveitar o escurinho da noite e os mausoléus do local para algumas atividades particulares;
  • Nutrição, o que na capital internacional do churrasco chega a ser deboche;
  • Ciência da Computação, visto que a sede do Google, Microsoft e Yahoo ficam em Alegrete, provavelmente.