Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

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Cquote1.png Você quis dizer: UNIGRANRIO Cquote2.png
Google sobre UNIRIO

Cquote1.png "Pelo menos não tem greve!" Cquote2.png
Aluno da UNIRIO mentindo sobre a unirio.

Cquote1.png "Você estuda onde mesmo?" Cquote2.png
sogro para aluno da Unirio

Cquote1.png "Ui-io" Cquote2.png
resposta ao sogro, abaixando a cabeça e sussurrando

Cquote1.png "E você vai fazer o que da vida com essa faculdade particular, rapaz?" Cquote2.png
Sogro de aluno sobre UNIRIO

Cquote1.png "Nunca antes na história desse país um presidente deu tanto dinheiro para uma faculdade particular." Cquote2.png
Lula sobre UNIRIO.

Cquote1.png "Eu falei que você só ia ganhar um carro se passasse pra alguma federal." Cquote2.png
Pai de aluno sobre UNIRIO

Cquote1.png "Mas a UNIRIO é federal, pai!" Cquote2.png
Aluno da UNIRIO respondendo

Cquote1.png "Aonde fica isso? É particular?" Cquote2.png
Taxista sobre UNIRIO, chegando em Duque de Caxias.

Cquote1.png Vai pra Praia Vermelha logo e não enche o saco... Cquote2.png
Aluno da UniRio já puto da vida

Cquote1.png "Mas logo faculdade particular?" Cquote2.png
Todos sobre UNIRIO

Cquote1.png É FEDERAAAL SEU FDP VAI TOMAR NO SEU CU, FEDERAL, FE-DE-RALLL!!!!! Cquote2.png
Aluno da UniRio fuzilando quem perguntou

Cquote1.png "Ih, foi mal, a minha é FEDERAL!" Cquote2.png
Aluno da UNIRIO Calouro recém aprovado

Cquote1.png "Faculdade, parabéns garoto! Que faculdade é? Aquela de Caxias?" Cquote2.png
Tio de aluno sobre UNIRIO

Cquote1.png "Eu estudo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro!!!" Cquote2.png
Aluno sobre UNIRIO.

Cquote1.png "No fundo eu sempre quis ir pra UNIRIO, é em um lugar lindo, as outras são muito longe e em lugares perigosos!!!" Cquote2.png
Aluno da UNIRIO

Cquote1.png Ondee ficar o Pan Di Azucarr?? Cquote2.png
turista perdidão na frente da UniRio

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO[editar]

Conhecida (conhecida? Ah tá, valeu!) como UNIRIO, a prima isolada, elitista e anã da Zona Sul das federais do Rio é normalmente confundida com a UNIGRANRIO, UNIG e outras particulares vagabundas que comecem com Uni.

Já foi chamada de FEFIEG, FENAFERJ, FEIEFIGFERJ dentre outras siglas ridículas cheias de "F". Estima-se que a UniRio já mudou de nome umas 43 vezes em sua história. Não que alguém tenha notado.

Não há nenhum registro histórico de alguém que quando tenha ouvido o nome "UniRio" tenha respondido simplesmente: "Ah sim, a federal lá da Urca". Todos, sem exceção franzem a sobrancelha e perguntam "Onde é isso? É particular?". Isso quando não fingem conhecer: "Poxa, que legal! Eu já ouvi falar muito bem da... dessa faculdade. Parabéns, meu jovem!".

O trauma de Todos os alunos da Unirio vem do fato de ser a única faculdade federal do sistema solar a nao apresentar a letra "F" em sua sigla, razão que gera muita baixa autoestima aos já traumatizados alunos da UNIGRAn... ops, UniRio. Uma lenda antiga diz que há um projeto em tramitação na câmara dos deputados desde 1720 para incorporar a tal letra, mudando o nome da faculdade para UNIFRIO.

Os Alunos[editar]

Os alunos da UNIGRANRIO UNIRIO são facilmente reconhecíveis pelas suas olheiras, palidez e aspecto assustado. Isso porque a UNIGRANRIO UNIRIO possui aproximadamente 2112 campi pela cidade, obrigando seus alunos mulambentos a se arrastarem de um canto ao outro da cidade em ônibus horríveis como o 512, 239, 217 e, o pior de todos, o 107 conjuntivite . Há registros de alunos que preferem ter que correr da Central até a Urca a ter que enfrentar o demônio azul e branco(não confundir com a portela) ou "cata-mendigo".

Os grupos sociais na UNIRIO são variados, tem de tudo: pseudo-indies, hippies de boutique, pacientes psiquiátricos, artistas veados, viados da biblioteconomia, playbas metidos a skatistas, velhas museólogas, biomédicos neuróticos,otakus nerd etc. Em comum, todos tentaram passar pra UFMG, UFF, UERJ ou UFRJ, mas ninguém conseguiu. Então vai a UNIRIO mesmo!!

Típico zumbi aluno da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Os alunos se divertem em churrascos horríveis onde ninguém traz carne, só tem pão de alho (sem alho) e todo mundo fica sabendo quem se pegou... além dos típicos encontros no Rio Sul. Nos intervalos entre as aulas os alunos fumam maconha ou dormem ao relento. Isso porque é comum o aluno ter uma aula às sete da manha e outra só às duas da tarde, obrigando o aluno a ficar 5 horas sem fazer nada entre uma aula e outra, geralmente só pra descobrir que o professor faltou!

Os Campi[editar]

Como já foi dito antes, é impossível nomear todos os campi da UNIRIO. Portanto, vamos apenas listar aqueles cuja presença foi confirmada por satélite e/ou psicografia. São eles: Urca (CCH, CLA, CCBS, CCJP, CCET), Urca 2 (Reitoria)também conhecido pelos alunos da UFRJ como o apêndice da Praia Vermelha, Botafogo (prédio fantasma), Hospital Universitário Gaffrée Guinle (Tijuca) e o Instituto-Biomédico-um-dia-a-"casa"-cai, no centro.

CCH[editar]

Centro da Cocaína e Heroína

O CCH, Centro de Ciências Humanas e Sociais (cadê o "S" na sigla?), é o prédio mais bonitinho do campus Urca. Logo na entrada tinha um laguinho que estava sempre com a água verde mesmo que fosse limpo todos os dias e onde (havia quem dissesse) eram criadas carpas e badejos, que esporadicamente viravam almoço na cantina, no sistema pesque-pague. O laguinho era recheado de figuras alienígenas como museólogos, bibliotecários e arquivistas. Este laguinho foi aterrado e transformado em um jardim, numa tentativa de se conter o surto de Dengue que grassava na UniGran... ops, Unirio.

Aluno da Arquivologia, depois de tentar explicar para seus familiares que se especializar em paleografia não quer dizer que ele vai estudar os dinossauros.

A falta de elevadores é um fato costumeiro no CCH e, quando está funcionando, os alunos têm medo de usar porque a manutenção do mesmo não é realizada há 132 anos e há relatos de pessoas que ficaram presas por uma semana no elevador. Os botões e a porta têm vontade própria (esta última com tendências homicidas). Se você aperta um andar e ele para num antes, quando a porta fecha novamente o elevador desisite de continuar. Já a porta, quando você está entrando, resolve fechar. Ficar preso no elevador se tornou comum, por isso alunos carregam baralho e outros jogos ilícitos em suas mochilas, além de um kit de sobrevivência, lanterna, travesseiro, cachaça, maconha e preservativos.

Os alunos convivem também com banheiros sem fechadura, sem papel higiênico, sem sabonete e, atualmente, muitas vezes sem água. Sem contar que dá pra todo mundo de fora ver quem está urinando no banheiro masculino. A tia da limpeza muitas vezes expulsa os alunos por estar na hora de limpar o banheiro. As aulas à noite também acabam quando os funcionários da limpeza, que dizem morar quase no Espírito Santo, expulsam os professores com a desculpa de que tem que limpar a sala.

O protocolo, localizado no primeiro andar, funciona no seguinte horário: abre às 10:00; fecha de 10:01 às 16:59 para almoço; e, as 17:00, são encerradas as atividades. No subsolo tem a xerox do George que funciona no fuso-horário de Nilópolis (GMT -5) e de acordo com a Lei de Murphy, ou seja, nunca estará aberto quando você precisa. Declaração da faculdade é apenas em anos bissextos.

A sala dos DAs, na verdade um sofá velho e cadeiras quebradas num canto qualquer do subsolo, é compartilhada por todos os cursos do prédio e se localiza no subsolo onde os subversivos alunos se encontram para discutir o capítulo da novela do dia anterior e organizar movimentos de combate a ditadura.

É fácil reconhecer os alunos de cada curso no CCH. As alunas da Biblioteconomia (caso você algum dia as encontre) andam sempre assustadas e fogem quando você pergunta as horas, com medo de assédio sexual. Os da Arquivologia vagam soturnos pelos corredores, como fantasmas,pois são vulneráveis ao Sol. Os alunos da Museologia ou são mulheres ou são viados (ou alguma coisa entre os dois), e estão sempre fumando do lado de fora da sala prestes a dar um soco em quem pergunta se museologia tem algo a ver com música. A galera de história, formada por pattys e playbas, evita se misturar com os outros, que dão graças a Deus. Tem ainda os alunos da pedagogia. Seres "antenados politicamente" e prontos para fazer a Revolução Socialista amanhã às 15:00 em frente à Igreja da Candelária que passam quatro anos estudando pra nada pois poderiam ter feito ensino médio normal e ganhar o mesmo salário. E os do Turismo, bem, quem se importa?

Os alunos do CCH são autodidatas. Os professores simplesmente deixam seus textos na xerox e mandam os alunos lerem para discutirem nas aulas, só que raramente os professores entram nas discussões, o que torna as aulas muito motivantes, afinal nem precisariam estar em sala para conversar com os colegas, bastava entrarem no MSN. Os professores só aparecem quando querem, mas se acham no direito de cobrar presença fazendo chamadinhas, aliás eles só aparecem para "dar aula" por três motivos:

  • Dia de entrega de trabalho (todos copiados do Google, ou reciclados de outras disciplinas de semestres anteriores ou relatórios de estágio totalmente inventados, porque os alunos não tem "tempo" de fazer os estágios de 365 horas semestrais).
  • Dia de prova (com consulta pois não são capazes de fazer sem consulta, afinal os professores nunca explicaram a matéria cobrada)
  • Apenas para fazer a chamada.


No primeiro período dos cursos do CCH, a sala está sempre cheia de alunos empolgados e encantados com a realidade acadêmica, mesmo que tenham passado para um curso que mal sabem falar o nome, mas no segundo semestre do curso eles começam a ver que besteira fizeram entrando numa faculdade que:

  • Vai colocá-lo pra ler Paulo Freire e ao final do curso vai acabar limpando vômito e trocando fralda por míseros R$500,00. (Pedagogia)
  • Vão ficar mais 4 anos na faculdade pra aprender a limpar papel velho ou grampear documentos e colocar na pasta (Arquivologia)
  • Vão dominar as mais modernas técnicas mundiais de "colocação de livro na estante" e de "solicitação de silêncio: método Shhhh!". (Biblioteconomia)
Estacionamento da Unirio na Urca no final do dia.

CCJP[editar]

Centro de Ciências Jurídicas e Putaria Políticas

O prédio de Direito fica agora na Voluntários, depois de inúmeros pedidos dos outros cursos os alunos da faculdade de Direito foram, enfim, expulsos e isolados em uma incubadora rosa em Botafogo.Os alunos de Direito são os mais arrogantes de toda Universidade, famosos por não se relacionarem com os outros cursos, serem pau-mandados de seus professores e entre eles mesmos e não se unirem nem pegar chapas políticas. Costumavam perder todas as eleições fora do Centro até a última eleição do DCE, em que, após concorrer pela vigésima nona vez, o Padre conseguiu finalmente se sagrar lider supremo da UNIRIO e já planeja implantar uma teocracia do alto clero da igreja católica.

Os alunos de Direito sempre ficam de mimimi nos corredores e ignorarem seus colegas de campus, são facilmente reconhecidos pelo esteriótipo: roupa de pessoas de 50 anos, corpo de 20 e cabeça de 5. As meninas e todos os outros cursos da UNIRIO suspeitam que boa parte dos alunos sejam homossexuais, mas eles negam e dizem não se misturar, exceto pelas festas que realizam com a medicina. Sua heterossexualidade nunca foi comprovada. É comum sempre andarem em grupinhos, ignorarem o resto da universidade e falarem sobre as boates da Zona Sul e Barra. Nem a PUC tem alunos tão soberbos.

Seu diretório acadêmico antes uma merda e totalmente desorganizado, andou se recuperando ultimamente, devido a chapa de pseudo-nerds alcoólatras, que ficam vendendo e bebendo cerveja no bar da faculdade ao invés de frequentarem a aula. Ainda se pode notar diversas melhoras após a inserção do capitalismo agressivo disfarçado de democracia do casal D&D. Conhecidos pela pederastia incessante, fruto da total incompetência em se aproximar de mulheres, o amor dos dois passou a comover as pessoas. Vejam bem, os alunos travestidos de adEvogados, precisavam de um rei para chamar de seu. E, para tanto, encontraram no grande D, 45 cm, um verdadeiro mito. Mito mesmo, porque nem o dente desta criatura é verdadeira. Não há uma ideia própria, apenas o que há de conveniente. Em relação ao pequeno D, 15 cm, quando não tentava agarrar menininhas no metrô, estava bêbado em algum lugar no subúrbio carioca. Hoje, é o técnico mais fanfarrão de todos, mostrando pra seus calouros tudo que o Direito Unirio dá.

Além dos futuros adEvogados mais pedantes e alienados da comunidade carioca, você também encontra outros 2 cursos, que em comum, tem o fato de não ter passado pra Direito, então vai Administração Pública e CiênciaS PolíticaS mesmo.

Os alunos de Administração Pública, cujos nomes nunca saberá já que eles não passam de fantasmas. Embora sejam os mais animados para festas e bebedeiras no campus. Não opinam, não falam, não pensam. E quando assistem aulas, dormem. Costumam se alienar, digo, aliar com os alienados de Direito. Ironicamente existem alunos de Administração Pública que falam, pensam e opinam e não são alienados, mas as pessoas acham que eles são de Ciência Política e porque até hoje não foi confirmada a existência de qualquer aluno de Administração Publica que esteja matriculado no curso e não tenha mudado para Direito.

O último grupo que integra o CCJP é o de CiênciaS PolíticaS. Esse terceiro é o mais polêmico (leia-se barraqueiro) da Universidade... A criação deste curso era uma reinvidicação antiga do CCJP, já que, até então, era o único centro sem cursos inúteis, de gente fracassada e drogada, tais como o curso de Teatro no CLA e Bibliteconomia, deus sabe onde.

Os Alunos de Ciência Política se encontram no nível mais alto de inutilidade do Campus, de acordo com último censo realizado constatou-se que o curso possuía 8 alunos matriculados, destes 3 se diziam Guerrilheiros Cubanos, um Neo-Nazista, e os outros mal conseguiam escrever o primeiro nome. Ao que consta o aluno neo-nazista pediu transferência para o Direito. Cogita-se que o curso ciência política seja um dos últimos locais no planeta onde a guerra fria ainda não acabou. Preocupados com a ameaça comunista do centro, a CIA, em parceria com a revista VEJA, o Mac Donalds e a FURJ, infiltraram um agente especial que passou a financiar a contra-revolução dando armamento pesado para os alunos que mal sabiam escrever o seu próprio nome enfrentarem os Guerrilheiros de Boutique. Diante do embate violento que se sucedeu à partir daí, foi proposto, na última reunião do conselho, que se construísse um muro dividindo o centro em CCJP oriental e CCJP ocidental, a proposta não foi aprovada pois a reunião não teve quorum para deliberação.

Sem resolução do problema, a guerra se acirrou ainda mais, o que provocou a trágica morte de um pseudo-nerd-comunista-alcoolatra do direito após tortura para que contasse como havia conseguido informações sobre a FURJque se suicidou, enforcando-se no banheiro do quarto andar. Com o intuito de promover retaliação, os guerrilheiros de boutique enviaram uma carta afirmando que haviam sequestrado 3 alunos de administração pública, e que só os libertariam quando os Estados Unidos acabassem com o bloqueio econômico a cuba, Israel reconhecesse o estado Palestino, acabasse definitivamente capitalismo no mundo, e o CCJP fosse declarado estado independente zapatista autonomo socialista e libertário. Ninguém deu importância a carta, em parte por não levarem a sério, e em parte por ninguém se importar com os alunos de adm. Indignados os comunistas propuseram acampar dentro da faculdade para que tivessem as suas demandas ouvidas, chamariam de ocupa CCJP, porém, a reunião que realizaram para decidir isso não teve quorum e não puderam deliberar.

O Diretório Acadêmico Associação de Amigos de Ciência Política tem dois membros, sendo que a direção do orgão já foi trocada cinco vezes durante a última gestão. São conhecidos pela organização do campeonato permanente de WAR do CCJP, pela proliferação da herpes zoister no centro, e por não saberem o que é um diretório acadêmico. São facilmente identificáveis dentro da faculdade, já que de 7h da manha até as 23h ficam vagabundeando na parte externa do campus jogando cartas, discutindo sobre a aula de Sueca II, Seminário de Truco, entre outras vagabundagens. Faz alguns meses, o DACP cogitou iniciar a venda de maconha no CCJP, visto que o curso comporta alto indice de emaconhamento. Porém, logo foram surpreendidos com a proibição do comércio e do uso de maconha dentro das dependências do CCJP , pois os alunos certinhos e caretas alcoolatras de direito ainda tinham poder na faculdade e não deixam queriam competição com a venda de cervejas ...

Falar dos grupos que compõe este centro é fácil. Difícil é falar do CCJP. Em um campus isolado e restrito os Cursos não se integram e nem se falam. O prédio é bonitinho, fofinho e rosa. Banheiros e bebedouros em todos os andares (o que não quer dizer papel, sabonete e água), máquina de xerox pré-histórica abre às 9h e sempre quebra na segunda as 9:00:30 e volta na sexta à noite. Sem contar as toneladas de latinhas amassadas de maneira ilícita e as guimbas de cigarro.

CCBS/CCET[editar]

Ao lado do CCH está o predio mais transformista da UNIRIO, sendo de dia o CCBS/ECB, Centro de Ciências boiológicas Biológicas e da Saúde / Escola de Ciências boiológicas Biológicas e, à noite, CCET, Centro de Ciências Exatas e Tecnologicas.

De manhã e a tarde esse prédio é habitado por esse tal povo que não deixa ninguém matar formiga, barata, os pombos e nem dar uma maltratada nas aranhas, além de carregarem suas canecas para não utilizarem copos plásticos (mesmo ignorando completamente a quantidade absurda de maços de cigarro que despejam no lixo). À noite quem tem aulas são os cabeçudos de informática que carregam laptops para se comunicar com a namorada virtual e testam novas tecnologias nas formigas, baratas e pombos, mas não são chegados em aranhas.

Típico aluno da biologia em uma aula prática de botânica.
Típico aluno da informática: virgem e cheirando a leite.


No prédio têm máquina de café (TODOS CHORA), de biscoitos, de coca-cola e de bichos. A maquina de café nunca foi limpa e tem vida própria (TODOS CHORA ANYWAY). A ordem que as coisas caem é escolhida de acordo com o usuário. Quando a máquina simpatiza com este, o copo cai antes do pó de café, do açúcar e da água!! Às vezes falta açúcar e outras vezes o copo vem com um presente dentro. No primeiro caso, é necessário recorrer ao açúcar que fica na sala do DACM, o DA da biologia, sendo que este pode ser orgânico ou conter algo estranho em sua composição, causando efeitos colaterais. Apesar de tudo, as máquinas do CCBS garantem uma alimentação bem mais saudável do que a da cantina. O prédio também tem dois elevadores, que mesmo sendo modernos funcionam em sistema de revezamento, para evitar a fadiga que não são ligados há alguns meses devido ao uso para passeio dos pedreiros tarados da construção do prédio irmão-gêmeo-com-inanição de prazo infinito de término. Quando os elevadores estão ligados, deve ser apertado o botão 1 para ir ao 2º andar, o botão 2 para ir ao 3º andar e assim sucessivamente. Para subir ao teto do prédio deve ser apertado o último botão.

Na ECB, a xerox do Mário funciona da seguinte forma: Independente do quanto atrasado o cliente estiver, ao chegar um aluno do prédio ele terá prioridade. Na verdade, independente de qualquer atraso, os afazeres do Mário sempre terão prioridade. Sempre disposto a vender o original do professor caso algum aluno com pressa lhe peça uma xérox. Ele tem um horário de almoço extenso e imprevisível, podendo ocorrer a qualquer hora do dia, isso quando não vai almoçar em casa e só volta no outro dia. Mas, justiça seja feita, sempre tem um jornalzinho para seus clientes lerem.

Atualmente vem ocorrendo uma movimentação lenta e obscura do povo cabeçudo da informática, que de alguma forma cibernética tem conseguido dominar mais e mais o espaço do prédio. Existem boatos de que, com seus conhecimentos complexos da virtualidade computadorial, tais indivíduos obtiveram informações comprometedoras de figuras importantes da Unirio, facilitando seu plano de dominação total. O objetivo em si é acabar de uma vez por todas com o curso de biologia, já que para eles o futuro está nos robôs.

Como parte desta tentativa de dominação, alguns Jedis aparecem entre os alunos de Informática.

Os alunos da Engenharia de Produção são vistos geralmente três vezes no período: P1, P2 e nas Provas Finais. Durante os outros dias eles podem ser encontrados bebendo na kombi do Marcio, indivíduo centenário que segundo boatos fundou a universidade. Existe também um boato de que existe o curso de Licenciatura em Matemática. Nenhum aluno foi visto ainda e essa informação não pode ser confirmada.

Curso de Engenharia de Produção[editar]

Um curso recente na UNIRIO é o curso de teoria da cultura engenharia de produção. Este é um curso pra quem não é homem suficiente de fazer engenharia mecânica, nem moça suficiente para fazer administração. Já possui incríveis 3 (três!) alunos formados, e a cada dia mais é procurado e elogiado por todos. Possui excelentes salas de aula para Counter Strike Programação e ótimos professores em todas as matérias.


Cquote1.png Curso de produção cultural? Cquote2.png
Qualquer aluno ao fazer matrícula
Cquote1.png Entenderam? Cquote2.png
Professor após uma explicação que você não entendeu
Cquote1.png Agora abre o deve cê. Cquote2.png
Professor de programação ao iniciar a aula

UNIRIO Gourmet[editar]

Do outro lado do CCH, andando em direção ao CLA temos o maravilhoso Jiboia, um requintado centro gastronômico onde se servem iguarias da melhor espécie (inclusive suas variações genéticas mais requintadas), sendo recomendado por diversos críticos de culinária. Um exemplo é o P.A. (prato do aluno). No PA encontra-se comida da melhor qualidade, com ingredientes tão frescos que chegam a estarem vivos e correrem pelo prato sobre os verdes pastos vegetais, temperada com a maior concentração de entero-toxinas já vista em um alimento próprio para consumo humano. Esse semestre já foi multado cento e trinta e duas vezes pela vigilância sanitária (deve ser marcação da concorrência). Na comida a quilo, a batata frita vem fria (que é a última tendência), o frango tem gosto de carne (apesar de ser feito de soja), a carne tem gosto de peixe e o peixe tem gosto de aipim. O aipim pensa que é pombo e os pombos pensam que a comida é para eles. Ou seja, uma comida bastante sofisticada.

A propaganda é a alma do negócio.

No gênero alimentício, temos também uma filial da rede Porcão Podrão: o "Hot-dog" do Márcio, localizado no banco em frente a Biblioteca Central da Unirio, no campus da Urca. Lá é vendido x-tudo, cachorro quente, refrigerante, cerveja, bala, amendoim, cigarro, CD, DVD, celular, lápis, caneta, geladeira, máquina de lavar, fogão, computador, cama, cadeira. Tudo muito limpo: a mesma mão utilizada para fazer o sanduíche te dá o troco e coça o saco. Se der sorte ainda pode presenciar uma briga dele com a mulher, com algum devedor e com os seus amados "fregueses", quando insistem em tirá-lo da conversa sem sentido que ele tem com os bebuns da biblioteconomia e pedem pra fazer o nojento Hot-Dog.

Outra opção de comida é a pipoca do anão de jardim, França. Ele fica parado com seu carrinho em frente ao CPRM, mas o público alvo são os alunos da UNIGRANRIO UNIRIO. Embora nunca esteja lá, mas sim na floricultura há uns 8 metros de distância, ele vende pipoca de queijo, de bacon e doce, no preço de 1 real, 1,50 e 2 reais.

Mas fique sabendo que nem tudo está perdido. Ainda resta uma esperança. Está muito mais perto de nós a salvação... Nada mais nada menos que a banquinha de guloseimas do jardim do CLA da UNIRIO!

A partir da segunda metade do ano de 2018, o bandejão que, a muito custo começou a funcionar, teve que ser fechado para obras no esgoto da universidade. O reitor Jutuca, preocupado, como sempre, com os alunos decidiu fechar o bandejão para que a merda não voasse pra dentro do panelão de feijão que é mais aguado que a ponta de beck de vários maconheiros bocas de piscina. A obra poderia ter sido feita desde as férias de 2017-2018, o que comprova que o reitor já comia merda antes mesmo de as obras começarem.

Murinho da "Honestidade"[editar]

A ideia do murinho da desonestidade veio de alguém que tinha acabado de assistir um desenho da Disney e achou que daria certo colocar um pote com lanche ou guloseimas para vender sem nenhuma supervisão. Geralmente, o pote vem com alguma lata de Leite Ninho ou Nescau enrolada em 15 metros de durex ao pote e é o lugar onde deveria ser jogado o dinheiro referente ao que o sujeito pegasse. Isso se tornou um prato cheio para oportunistas abrirem a lata e pegar todo o dinheiro que o vendedor iria usar para a passagem de volta, pagar os R$3,00 do bandejão ou para comprar maconha na Mangueira. O fato é que mais pessoas têm insistido nessa ideia, podendo encontrar desde brigadeiros de chocolate, churros, vegano e da puta que pariu até cigarro de Marlboro, seda, algum político de esquerda que esteja fazendo algum tipo de roda cultural e pedindo votos para a próxima eleição ou só um dos micos que roubam qualquer pote que estiver aberto.

CLA[editar]

Centro de Lésbicas e Andróginos

Depois da cantina vem o CLA (centro de Letras que só foi criada 329 anos depois da inauguração do CLA em si e artes), possui um grande jardim, habitado pelos futuros boiólogos biólogos, artistas, musicistas e toda estirpe de pessoas estranhas e esquisitas. Além, é claro, das milhões de estátuas espalhadas pelos campus, que você só vai se dar conta lá para o 7°período e de um ou dois estudantes de Letras perdidos pelas salas com a cara enfiada em um livro do Agamben e fingindo que estão entendendo alguma coisa.

Um dos motivos pelo qual o teatro na UNIRIO é muito conceituado, suas atuações! BRAVO! BRAVO! BRAVO!

No CLA quase nunca tem aula, os professores estão sempre viajando (nos dois sentidos) ou simplesmente faltam sem razão alguma. Calcula-se que um professor do CLA dá em média duas aulas por semestre, uma pra passar um trabalho e outra para receber o trabalho (isso quando não mandam deixar na sala). Por isso os abandonados alunos passam o dia inteiro fumando maconha e tocando músicas do legião urbana no violão, ou filosofando sobre algum poeta que ninguém conhece ou entende (nem eles mesmos).

Alguns revoltados com a situação resolveram, então, transformar o jardim num centro de gastronomia, para assim ocupar seu tempo. Surgia assim a salvação dos famintos alunos da UNIGRANRIO UNIRIO!

No melhor estilo lojinha 24h automática da Europa, na banquinha de lanches da UNIRIO é assim: você vai, escolhe o que quer, pega, e deposita o dinheiro num cofrinho. Sentiu falta de alguma coisa? Pois é. Não tem ninguém tomando conta. Você simplesmente pega o que vai comer e deixa o dinheiro correspondente em um dos cofrinhos que ficam ali na murtinha.

Coisa de gente civilizada, a banquinha é velha conhecida dos alunos da Unirio. Você vai notar que sempre chega alguém por ali e escolhe nos cinco, dez tupperwares em cima da mureta qual o lanche que mais lhe agrada. O preço e a quantidade de lanches ficam anotados na tampa de cada tupperware e um cofrinho fica do lado. Dizem que o negócio é tão respeitado que tem gente que pega o que vai comer, esquece de deixar o dinheiro e, por ordem de uma força maior, volta depois, com a quantia certinha pra repor. Viu só como o ser humano é bacana?

Onde fica: À direita da cantina da UNIRIO. No pátio próximo ao CLA (Av. Pasteur 458, Urca), bem embaixo de umas árvores, em cima de uma muretinha, com a bela estátua de Mário (aqueeele...) de Andrade atrás, que surgiu muito antes de existir de verdade um curso de Letras de verdade.

IB[editar]

Instituto Biomérdico

Outro campus é o IB (instituto biomédico), um prédio da mais fina arquitetura, pintura em estilo rústico, ganhador de prêmios e protegido pelo patrimônio histórico, de frente para o puteiro mais chique da cidade, com programas no preço de 200 BNN. No IB, coabitam os futuros profissionais da área da saúde, inclusive as "aluninhas" da enfermagem e as "aluninhas" da nutrição, além de, claro, os futuros "mérdicos", trintões filhinhos-de-papai que usam jalequinho branco todo dia achando que são alguma coisa, e os futuros "biomérdicos", conhecidos como a galera que não conseguiu passar para a merdicina após, em média, 3 anos de tentativas. Lá também funciona o Instituto Hanseniano Hahnemanniano do Brasil, de homeopatia, que vive encoxado pelo IB mas não sai dali.

"Aluninha da nutrição" ensinando o aluno da medicina a comer, no anatômico, durante uma típica Chopadinha do IB

O "point" do lugar é o Seu Rei. Um cubículo onde se vende balas, doces e tudo o que é preciso naquela hora de aperto, que quando fica cheio de futuros pseudo-médicos, irrita o famoso Tio, que acaba por usar um lança-chamas caseiro para espantar a "freguesia". Este fato pode ser comprovado pelo seguinte vídeo: http://br.youtube.com/watch?v=HHBVJrA0PT8 Aliás, o simpático senhor nunca ouviu falar a frase "o cliente sempre tem razão" e se vc está insatisfeito, que compre em outro lugar. Existe um mural de recadinhos e fotos a que vc tem acesso somente depois de trocar uma nota de dez por duas de cinco. Quando está calor fica mais gente no Seu Rei que cabe na sala do quarto andar, conhecida como maracanã.

Toda e qualquer área, que vai desde os bancos em frente ao prédio do anatômico até o Seu Rei, é infestado por alunos da medicina. E ai de quem não for pseudo-doutor e passar por lá. Não tão discretos olhares de pessoas que aparentam pensar "aff, vermes" acompanham todos os outros estudantes do IB por essa região. Até mesmo usar o banheiro que fica no mesmo prédio que fica o Seu Rei é uma tarefa constrangedora, pois todas as pessoas começam a agir como se você fosse algo um pouco pior que uma barata. O prédio ainda contem uma mesa de sinuca e uma mesa de totó que, é claro, são monopolizadas pelos alunos de medicina.

Não se pode falar do IB sem nos referirmos ao agradabilíssimo centro anatômico, exemplo maior de asseio e ordem agora que foi totalmente repaginado pelo sobrinho pobre do Niemeyer. O centro em questão está estrategicamente localizado em frente à cantina do Seu Rei e o centro de lazer dos estudantes, lembrando aos alunos relapsos, através de seu nostálgico aroma de formol velho, que o dever os chama.Novas cubas, novo piso,e finalmente instalaram os aparelhos de ar-condicionado que tavam lá encostados desde que a Malvina Tuttmann era reitora. Todos os cadáveres são muito simpáticos com os estudantes, principalmente os mais velhos, que já servem nossa querida universidade desde os tempos em que ainda pertencia à UFRJ. Estes, entretanto, têm certas dificuldades de expressar seus sentimentos devido à falta de partes do corpo, que se naturalmente se perderam no dia a dia dos estudos (normalíssimo sumirem partes de um cadáver).Para os calouros são destinados os corpos mais novos, mas na verdade eles fazem um trabalho chatão que é 97% retirar pele, gordura e linfonodo e 3% tentar fazer igual ao que tá no Prometheus. É comum aos alunos, em horário de almoço ou lanche na cantina presenciarem as atividades a céu aberto de um dos açougueiros credenciados ao centro anatômico, que executam seus destrinchamentos padrões-serrote na frente de todos e circulam com seus carrinhos cheios de vigorosas partes humanas, expostas aos curiosos, gatos e pombos carnívoros.

Esse campus poderia ser alvo de algum tipo de atração de programa de comédia do tipo sandálias da humildade (jaleco da humildade), pois seus estudantes insistem em desfilar com jalecos e luvas infestados de formol e tecidos mortos, achando muito legal não ter noções mínimas de higiene e biossegurança!

CHOPADINHAS Esporadicamente esse campus era palco das famosas chopadinhas do IB, onde os alunos bebem o famoso Genérico feito no balde do anatômico, cerveja quente que acaba 9h da noite, música ruim no som ruim de um dj ruim também, mas todo mundo ficava em dúvida se chopadinha era ou não melhor que a chopada! "Já fui aluno e sei que é difícil fazer festas pra reunir os amigos" disse o ex-diretor, sobre o aval positivo para chopadinha, que durou até serem implantados os cursos noturnos no IB e acabar com a história e deixar saudade em quem tá se formando.

Típica aluna da merdicina fazendo o professor aumentar sua nota

Seus elevadores também não funcionam e, quando são utilizados, param entre um andar e outro, deixando as barbies da medicina enlouquecidas de pavor e medo. É possível ver os arranhões nas portas do elevador feitos por pessoas que lutavam pela sobrevivência após 1 semana presos ali dentro. Foram necessários 37 memorandos pra reitoria, 23 visitas técnicas e uma mudança de Diretoria do IB para que os elevadores tivessem plaquinhas identificando respectivos andares. Essa conquista foi muito comemorada por quem tem aula na farmacologia, pq não sabiam se o quinto andar era o número 4, na dúvida apertavam o último andar e iam parar na histologia, território da Máfia da Cortina pra depois descerem as escadas.

Ir de carro para o IB é uma aventura, é preciso coragem e determinação. Objetos voadores não identificados são lançados do estabelecimento em frente, após o fim dos programas, e caem na capota dos carros estacionados na rua. O estacionamento do IB agora possui uma parte coberta (objetivo inicial do projeto de reforma da quadra poliesportiva) que serviu de puxadinho do anatômico enquanto não acabava a reforma e até saiu no jornal.É o sonho de todo estudante que vai de carro pro IB, mas é restrito a professores e "bolsistas". Como quase nenhum bolsista tem carro,as vagas foram sendo preenchidas por monitores voluntários e por transmissores potenciais de toxoplasma (felinos de todas as espécies. Por falar nisso, é importante ressaltar que o campus tem uma fauna característica. Predominantemente roedora e felina, ela se desenvolve no nicho alimentício dos restos de comida e das rações baratas espalhadas desregradamente por todo chão em frente ao prédio pela tiazona alucinada que cuida deles, monta casinha com madeiras q ela retira da caçamba de lixo logo na frente. Fora a fauna local, há presença de fauna exótica, que se aproveita das sobras deixadas pelos animais típicos, tais como pombos e mendigos.No final todos os animais voltam pra Panela da cantina para refazer a cadeia alimentar.

Resta então aos alunos pararem no "Vaga Certa", geridas por flanelinhas promovidos a vendedores de talão pela prefeitura. Tem dia que é o tio gente fina que nao cobra mais que dois reais só porque o carro vai ficar mais que 2h na vaga e ainda dá o talão. Mas tem dia que é o barbacão, o guardador mais odiado de todo o centro da cidade e redondeza. Não é raro algum aluno estar discutindo com ele e muitas vezes até a polícia aparece no local. Ele ameaça as alunas e não dá o talão, nem se importando que não existe placa falando qual é o período. É comum também sua esposa, moradora do estabelecimento em frente, cobrar pensão alimentícia para seu filho, de profissão desconhecida, mas apelidado por seus colegas de escola como fdp filho da profissional do sexo.

Na frente, onde ficam as bandeiras, é possível se sentar e ficar de papo com os amigos e os gatos, mas aves podem enviar presentes ou até mesmo vidro da janela de algum DA pode atingir os alunos!

Um aluno da merdicina querendo ir direto ao ponto, durante uma chopadinha

A xerox do IB, é do tamanho de um banheiro de bar, e mesmo assim, TODO mundo insiste em esperar lá dentro, não importa se tá fazendo um calor de 42 graus e o ventilador jogando o ar gelado embora pela janela. As máquinas de tirar xerox tão todas lustradas pela barriga do falecido Seu Gerson, gente boa, que deixou saudades e cuja eficiência é lembrada com ares de "vivi-uma-infância-boa-no-ib" diariamente na xérox do HUGG.

Outro lugar agradável do Instituto biomérdico é a cantina do Marlon.. entrou substituindo a cantina da tia, q tinha comida ruinzona, e prometeu revolucionar o quesito gastronômico mas acabou sentindo o peso da concorrência do rango no Bar do Manoel. Só recebe fluxo de gente depois das 11h50min pois até esse horário quem sai da aula vai no galope até o outro lado do Campo de Santana tentar pegar a promoção do Pilograma, que vai só até meio-dia.

Quando o estudante do IB quer variar, recorre ao exemplar da culinária internacional... o China, de onde vem a lenda dos alimentos serem adquiridos pela máfia chinesa e os atendentes são super gentis e carinhosos, prontos para te jogar uma maça de joelho. Placas indicando preço tal como "Pepsi+R$1,00 = R$1,00" dão ideia de gratuidade e como todo china que se preze, baratas transeuntes são comuns. Super-promoções sempre existem como "suco de caxú com paxchtel de quexcho", "Molango-leite com flango com catupyli".

A galera murrinha, ou sobreviventes do capitalismo, faz uma peregrinação atravessando uma grande praça, o Campo de Santana, para depois de uma hora e meia de caminhada encontrarem um pé sujo onde, no segundo andar, fazem fila como as do INSS, para conseguirem alimento a kilo por R$0,99 (COM DIREITO A CHURRASCO!). Limpinho? depende de quem observa... o espeto com aquela "picanha" ao cair no chão na frente do cliente, é escondido até que este vire de costas e então aquela mesma carne que beijou o solo volta ao fogo pronta para ser servida novamente. Mas que é bom é...


HUGG[editar]

Além desses, a UNIRIO também possui um Hospício Hospital! Centro de referência no tratamento de AIDS, hospital de primeiro mundo. O Hospital Universitário Gaffreè e Guinle (HU?GG) possui quatro andares, mas no quarto andar, pronto para ser usado por uns 30 leitos, funciona apenas uma "sala de leitura" e depósito de instrumentos de última geração que são doados pela Clínica Mayo que não possui profissionais suficientes para utilizá-los. O andar acaba sendo utilizado para práticas sexuais excusas, que vão além da imaginação da mais experiente profissional do sexo. Alunos que chegam ao Hospital no primeiro período irão, inevitavelmente, se perder por entre seus corredores longos e escadas sem saída, mas, após algum tempo, não é mais necessário usar um GPS. O edifício chega a ser comparado à Hogwarts tamanha a quantidade de salas mágicas e escadas que desaparecem, além dos professores que dominam a arte de desaparatar quando mais se precisa deles.

Segundo um dos professores, o hospital apresenta incidência muito pequena de casos de infecção hospitalar, já que as baratas são responsáveis pela assepsia do centro cirúrgico. O hospital é conhecido por reformar suas alas mas nunca inaugurá-las, deixando pacientes, médicos, residentes e alunos sem ter o que fazer além de jogar sinuca no diretório acadêmico até que sejam expulsos a vassouradas pela simpática(-not) Dona Andréa. O anfiteatro geral foi reformado para a alegria dos alunos, mas o ar condicionado aparentemente não, visto que está sempre prestes a levantar vôo.

Em algumas matérias, os alunos precisam se teletransportar do IB para o HUGG, já que no primeiro a aula acaba as 10:00 e no segundo começa as 10:00. Pelo menos uma vez por semana os alunos se vêem perdidos por terem aulas canceladas e podem ser vistos mendigando atenção junto aos residentes das enfermarias.

Até pouco tempo, uma de suas enfermarias era conhecida por possuir um buraco negro, pois os pacientes sumiam e os professores eram engolidos, mas está passando por uma reforma e o buraco parece estar sendo cimentado.

Sua cantina é 100 vezes pior que à da Tia do IB, a comida bóia quase na mesma quantidade de gordura que pode ser encontrada no chão, onde também circulam diferentes espécies animais. Para sua segurança é recomendado que só coma e beba alimentos lacrados e mantidos à vácuo. A máquina moderna de café/chocolate/cappuccino sempre dará água quente, não insista.

Entre o Natal e o Ano Novo, todos os pacientes são enxotados para casa para que as enfermarias possam ser trancadas com cadeados e para que nenhum interno ou residente invente de passar visita. O hospital fica deserto e quem se aproxima é lançado de volta a rua.

Na rua em frente, a UNIRIO alugou um prédio por míseras 1000000 de BNN onde atualmente funciona o serviço de Otorrino. Além desse, outro prédio foi comprado em uma rua próxima, mas ninguém sabe o que aconteceu com ele.

Todos os anos os alunos de Medicina seguem para um retiro espiritual carinhosamente apelidado de OREM (Olimpíadas Regionais dos Estudantes de Merdicina), que é apenas uma desculpa para beber e fazer sexo ao ar livre. Muitos alunos enlouquecem e querem morar no OREM, seja ele onde for.

O ônibus da Unirio[editar]

Não sendo o suficiente para todas as desgraças da RUINRIO, agora existe mais uma: o ônibus da Unirio. Mais conhecido como Tatuí ou Pandemônio, este é frequentado por estudantes sem carro da Biologia, Biomedicina, Nutrição, Enfermagem e Medicina (quem tem que fazer milagres para ir do HUGG para o IB, do IB para o HUGG, da Urca para o IB ou do IB até a Urca em uma hora, quando não em um segundo), além dos demais estudantes (também sem carro) que moram em Niterói ou qualquer outro lugar perto da putaqueopariu. Dizem que o objetivo do ônibus é levar os estudantes de um campus à outro, à Central e às barcas. Mas a verdade é que o objetivo do ônibus é tentar matar todos esses estudantes em algum acidente por conta da barbeiragem que os motoristas cometem diariamente.

Quando a fila da Urca para pegar o ônibus está muito grande, frequentemente sai um outro ônibus que leva os alunos direto ao IB, que vai lotado de pessoas falando palavras estranhas, como 'sinciciotrofoblasto' enquanto estudam. Existem dois momentos importantes no caminho da Urca ao IB: o momento montanha-russa, quando o motorista à 80km/h passa por uma simples descida que faz com que os alunos batam com a cabeça no teto do ônibus, além do túnel Santa Bárbara, aonde as maiores putarias acontecem (uhuul! no escurinho ninguém é de ninguém!).

Mas nem sempre o ônibus direto ao IB sai, obrigando os pobres alunos da Biologia, Biomedicina, Enfermagem e Nutrição saltarem na Central para ir andando até o campus, chegando frequentemente sem seu material escolar, por terem sido assaltados, ou simplesmente não chegando por ter sido atropelado no absurdo sinal de trânsito que dura 30s para atravessar cerca de 5km.

Após o ônibus passar pela Central, ele vai até a Tijuca, aonde passa pelo HUGG e depois vai para o IB, fazendo uma parada em Jacarepaguá e outra na Penha. Caminho, este, que ninguém entende, pois seria muito mais fácil antes ou depois de passar na Central, passar no IB para depois ir ao HUGG e voltar pro IB.

Na Urca, quando o ônibus sai no horário do almoço, a lei da selva prevalece. A fila está sempre gigante e nunca é respeitada. Os alunos se empurram para entrar, como se houvesse ouro no fundo do ônibus. Um verdadeiro darwinismo acontece, pois não importa se você é o primeiro ou o último da fila: apenas os mais adaptados conseguem sentar no ônibus.



Não confundir com[editar]