Violent Revolution

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DesBoleros em Ingrêis.png Este artigo trata de um álbum

E você já completou o seu com figurinhas da copa.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.


Cquote1.svg Meus filhinhos voltaram! Cquote2.svg
Deus Metal sobre volta ao Thrash do Kreator
Cquote1.svg Kreator está de volta, véio!! Cquote2.svg
Headbanger sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Bem... saí da minha depressão e voltei a agressão! Cquote2.svg
Mille Petrozza sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Black Album vendeu mais... Cquote2.svg
Lars Ulrich sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Society failed to tolerate me and I have failed to tolerate society... Cquote2.svg
Violent Revolution sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Hum... eles querem entrar no nosso time Cquote2.svg
In Flames sobre influências melódicas no álbum

Violent Revolution é o décimo álbum do Kreator. Ele marca retorno da banda ao thrash depois de quatro álbuns de "experimentação". Depois do fiasco de Endorama os fãs deram as costas pra banda e Mille enfiou a cara na lama. A saída foi tentar escavar a época de ouro da banda quando estavam sendo aplaudidos pelo Coma of Souls e voltar a fazer um thrash técnico e melódico. Se bem que esse álbum é mais melódico do que técnico. Até contrataram um guitarrista finlandês para colocar solos melódicos igual o lendário Frank "Fogo Pretin".

A cabeça do mal voltou!

Antecedentes[editar]

Endorama lançou a banda no buraco. Levou dois anos para Mille voltar a compôr músicas que prestem canções de Música rápida e pesada. Em 2001 estava pronto o Violent Revolution! Kreator ingressava no Século XXI com um novo estilo de Thrash, com grandes influências de Death Metal Melódico estilo Gothenburgo (tem até "guitarras gêmeas"), graças a Barbie robótica da Finlândia ao guitarrista recém-contratado.

Produção[editar]

Boa. Mas o que cê queria? Século 21, meu rei!

Recepção[editar]

Meu rei, as pessoinhas amaram de paixão esse álbum!! Meu querido, Violent Revolution é tudo! Veja o que disseram: Cquote1.svg Eles fizeram um bom trabalho, mas M-16 é melhor. Cquote2.svg
Sodom sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Eles fizeram um bom trabalho, mas The Antichrist é melhor. Cquote2.svg
Destruction sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Nada mal! Nada mal mesmo! Mas The Beast and the Beer é melhor. Cquote2.svg
Tankard sobre Violent Revolution
Cquote1.svg Supimpa! Ótimo! Mas Powerslave é melhor. Cquote2.svg
Iron Maiden sobre Violent Revolution

Conteúdo lírico[editar]

Problemas sociais, como a sociedade é imperfeita, laços de sangue, guerras no gueto, vida, inferno e paraíso e críticas à religião.

Músicas[editar]

  1. Reconquering The Throne/Reconquistando a Privada - Kreator está de volta ao Thrash!
  2. The Patriarch/O Poderoso Chefão - Música em homenagem á Máfia.
  3. Violent Revolution/Motim Pacifíco - Fala das manifestações da Primavera Árabe.
  4. All Of The Same Blood/Todos do Mesmo Pai - Fala da sua mãe e seus 45210 filhos.
  5. Servant In Heaven, King In Hell/Trabalho no MacDonald, Mas Sou Funcionário do BurgerKing - Título auto-explicativo.
  6. Second Awakening/Segundas Intenções - Conta as putarias que passam na sua mente durantes as aulas de Educação Física.
  7. Ghetto War/Tiroteio no Seu Bairro - Os manos tão em guerra cum us puliça!!
  8. Replicas of Life/Retratos da Vida - Música épica com mais de sete minutos contando a ida de Petrozza á Itália.
  9. Slave Machinery/Máquina de Cortar Cabelo - Ventor já foi barbeiro. Sabia?
  10. Bitter Sweet Revenge/Você Me Bateu! Seu Feio! - O novo guitarrista sofria bullying quanto criança por parecer uma garotinha.
  11. Mind On Fire/Taquei Fogo Na Cuca - Cuca nesse caso não é cabeça, e sim o personagem do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
  12. System Decay/Sistema com Cárie - Alerta as crianças que elas têm que cuidar de seus dentes.

Elenco Integrantes[editar]

  • Mille Petrozza - Urros e trompete.
  • Sami Yli-Simiö - Guitarrista solo e travesti nas horas vagas.
  • Christian Giesler - Baixo.
  • Ventor - Batedor de latas.