Wake no Kiyomaro

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Como fomos incompetentes o suficiente para achar uma imagem dele, eis aqui uma outra para substituir.

Wake no Kiyomaro (和気清麻呂, 733 - 799) era um cara importante no período Nara. Era tão importante que - veja só - fizeram uma estátua para ele, uns poemas e ainda virou nome de rua! Ele nasceu no Japão (O RLY?), filho de um japonês com uma japonesa. Seus pais eram pessoas importantes (ele ganhou o Torneio de Quem-Come-Mais-Sashimi-em-Cinco-Minutos de 720 a 750, e sua mãe era esposa desse cara). Pelos contatos de seu pai, chegou a trabalhar de Entregador de Peixes do Imperador Kammu, como estagiário. Por trabalhar para o Imperador, ele começou a gostar do Budismo, pois assim poderia raspar o cabelo sem que ninguém falasse que era por conta da calvície dele.

Trabalho para o Governo[editar]

Por virar Budista, e por ter uma barbicha muito sexy, o Imperador contratou Kiyomaro para ser seu Assessor para Assuntos Especiais (leia-se: Importação de Entorpecentes da China). Certa vez, Kammu o mandou para ir ao porto receber uma nova encomenda das boas. Como ele tinha que testar a mercadoria (nunca se deve confiar nos chineses), ele foi com o filho do Imperador, Dōkyō, para o cais. Lá, eles acabaram testando demais, e começaram a ter alucinações. Numa dessas alucinações, apareceu Amaterasu em uma nuvem cor-de-rosa, falando que apenas os descendentes dela poderiam ser imperadores, e que por isso, Dōkyō estava fora da jogada.

Imensamente desgraçado da cabeça, Dōkyō achou que a culpa era toda do empregado - neste caso, Kiyomaro. Assim, Dōkyō pegou sua faca de cortar pão, alojada no calcanhar do pescoço esquerdo, e cortou as pernas dele. Só não foi morto porque alguns pescadores do clã Fujiwara resolveram salvar ele para utilizar como isca para lambaris na outra semana. Chegando na vila, porém, eles não sabiam onde guardar Kiyomaro, e por isso, resolveram adotá-lo como peso de papel.

A Última Visão de Kiyomaro, 1768. Autor desconhecido (o mesmo foi morto antes que soubessem o que havia o matado). Canvas sobre tela.

Depois[editar]

Um ano depois, o Imperador e a Imperatriz bateram as botas. Quem tomou o lugar foi o tio de Dōkyō, que resolveu enxotar o infeliz para uma das ilhotas japonesas. Pulando (bem, pular não seria o termo mais apropriado para ele) de alegria, Kiyomaro resolveu voltar ao Palácio Imperial. Infelizmente, ele foi atacado por alguns mafagafos no caminho, sendo morto ali mesmo.

Ah sim, em homenagem à ele, resolveram colocar seu rosto nas embalagens de Mupy e nas notas de 10 ienes de 1988.