Zinho

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Crizam Oliveira
Zinho Palmeiras.jpg
Cquote1.png Quer que eu faça mais um? Cquote2.png
Apelidos Zinho
Nascimento 17 de Junho de 1967
Nova Iguaçu, Bandeira do estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Altura Chamam ele de "maçaneta de gnomo"
Peso Na média
Posição Atacante
Tem dois, apesar de não parecer
Clubes Flamengo, Palmeiras
Estilo de Jogo Ficar na banheira e empurrar as bolas pro gol, algo que meu cachorro faz
Gols Naqueles times de pelada do Cariocão


Cquote1.png U-HU, Nova Iguaçu! Cquote2.png
Fani Pacheco sobre Zinho
Cquote1.png Favelado mesmo, já que nasceu em favela! Cquote2.png
Vascaíno Playboy da Zona Sul sobre Zinho
Cquote1.png Palmeiras? Porco! Cquote2.png
Corinthiano sobre Zinho
Cquote1.png No Comando! (Algumas onomatopéias): Zinho Cquote2.png
Rock Bola sobre Zinho
Cquote1.png Que porra de nome feio do caralho é esse! Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre o verdadeiro nome do Zinho
Cquote1.png nUmM GgaNnHÔôÔô kOpPaAhH uNnIiAaAUuUMmM pOoHhAa NnIiNNhhUuMmaAhhH!!!11!!onze! Cquote2.png
Torcidas de Sport e São Paulo, emos e coloridos sobre o 1º título relevante do Zinho
Cquote1.png Não traiu nenhum movimento, veio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Zinho
Cquote1.png É feio, mas, ta valendo! Cquote2.png
Maria Chuteira sobre Zinho
Cquote1.png Trollei! Cquote2.png
Edmundo sobre Zinho no Nova Iguaçu
Cquote1.png Você prefere jogar com o Zinho aberto, ou com Zinho fechado? Cquote2.png
Engraçadão sobre Zinho

Lá nos anos 60, um homem chamado Crizam César de Oliveira, um grande empresário que trabalhava com agricultura em Nova Iguaçu, era muito zoado por causa de seu 1º nome, sendo motivo de várias piadas, pichações no seu apê no K11 por causa disso. Possuído pela raiva, ele resolve culpar alguém por isso, alguém mais próximo, assim escolhendo o filho que estava prestes a nascer, assim, conseguindo trollar o cara mais próximo dele. Em 17 de junho de 1967, lá em Nova Iguaçu mesmo, nascia CRIZAM CÉSAR DE OLIVEIRA FILHO, que, anos depois, seria apelidado de ZINHO, já que Crizam é um nome muito feio (imaginem como deviam ser as festas de aniversário: “Rá, Tim, bum! Crizam! Crizam!” As festas eram tensas...). Ele era mais um boleiro jogador de futebol que fez seu nome no Flamengo e se tornou um andarilho do futebol, jogando em mais de 8000 times, e nunca traindo os movimentos futebolistas regionais, já que não queria picuinha de torcedor no cangote dele. Teve uma carreira longa, pra alegria de comediantes e piadistas, que, o esperaram envelhecer pra chamá-lo de “Vovozinho”.

Infância:[editar]

Na falta de campinhos de futebol no K11, ele sempre ia jogar no monte de mato/terra de ninguém que hoje chamam de Via Light fazendo as torres de alta tensão de traves, escondidos da Light, a antiga dona desse monte de mato, já que se descobrissem invasores no matagal, os torturavam a base de eletrochoque, e os boleiros mirins foram flagrados, mas não por um funcionário de verdade, e sim por um olheiro do Flamengo disfarçado de chefe de manutenção das torres de alta tensão, a procura de jovens promessas que poderiam jogar n o Flamengo no ano do Centenada Centenário, e viu no Zinho, aquela criança que seria o cara do time, e o levou pra Gávea, com a promessa de ser o 1º iguaçuano a jogar de verdade no Flamengo (o Wanderley Luxemburgo, por motivos óbvios, não conta). Enquanto o Flamengo ganhava tudo no time de cima e os fanáticos maníacos da 5ª Coluna falavam de Papeletas Amarelas, ele se dava bem, graças ao comportamento suburbano, e, como jogava bem, não era vítima de preconceito por ser da Baixada e “trabalhar” na Zona Sul. Em 1986, resolveram subi-lo pra lhe mostrar que o mundo é um lugar muito injusto, onde os outros só querem ferrar com ele, prejudicá-lo,quererem matá-lo e furar seu olho. Além de que, ele junto com Jorginho, Aílton e Bebeto, seriam excelentes figurantes jovens no time de cima (na verdade, o dinheiro era pouco pra contratações).

No Flamengo:[editar]

O 1º e o último time grande a gente nunca esuqece (ou sim, em caso de ofender o treinador

Era complicado mostrar algum valor, já que num time com Zico e Adílio isso é praticamente inviável. Sua 1ª chance foi na controversa Copa União, onde, após se ferrar muito durante o campeonato, conseguiram o título (não unânime: Torcidas de Sport e São Paulo, emos acham que o título é do Sport), e, simplesmente achou que realizaria seu sonho de visitar aldeias Incas no Peru usando a Libertadores que viria pra isso, já que a CBF resolveu fazer caridade pra times pequenos saberem o que é jogar o campeonato, ter a sensação de se ferrar diante de argentinos, bater escanteios escoltados pela polícia e outras regalias que só os grandes conheciam, tirando as vagas do Flamengo e do Inter, ficando mais fácil pro Nacional levar o caneco pra casa. Depois deu vários azares. Perde pro Vasco na Cariocão de 1988 (sendo a última vez que o Vasco derrotou o Flamengo numa final), perde roubado em 1989 pro Botafogo (mais de 20 anos se passaram e os doentes radicais de esquerda que falam que o Flamengo só ganha roubado ainda não se manifestaram) e, só em 1992, ele volta a ganhar algo, ganhando só um Brasileirão. Aí chegou o fim de contrato. Sabendo disso, lá no Chiqueiro Palmeiras, o Pofexô estava fazendo um projeto financiado pela Parmalat, e deixaram as coisas do futebol de lado. Foi um iguaçuano pedindo ajuda a outro iguaçuano no projeto. Começou a saga porca da vida de Zinho e a Conspiração Futebolística Iguaçuana.

No Palmeiras:[editar]

A Parmalat, uma das associações do Eixo do Mal, deu essa ideia ao Pofexô de contratar um iguaçuano pra jogar no time, pra poder expandir suas ações no município carioca, usando os grandes nomes locais da atualidade, mesmo que não na cidade, que na época, só tinha um time de várzea que jogava no matagal da Light onde Zinho começou a jogar, e seguiu sua tradição de sempre ganhar algo em seu 1º ano de trabalho, ganhando o campeonato. Já fazendo muito sucesso entre os palmeirenses e os porcos (os animais e os capitalistas), foi convocado pra jogar a Copa de 94 nos Esteites, empanturrar-se de hambúrgueres do McDonalds, onde foi campeão e mostrou Nova Iguaçu ao mundo. Só lamentou o fato de não ter comido nenhuma atriz Hollywoodiana e nem uma diva da WWF, mas, voltou pra casa cheio de status e cheio de propostas pra jogar fora do Brasil. Zico-San estava começando o futebol no Japão, já que só queria mostrar ao mundo que o país não se resume só a tecnologia e Tokusatsus, e o chama pra ir pra lá também.

O Resto da Carreira:[editar]

No Grêmio, de onde saiu devido a e4ncheção de saco dos homofóbicos
No Cruzeiro, com direito a título com Gameshark e muitos Cheat Codes

Foi pro Yokohama Flugels, já que o Zico tinha sido acusado de colocar os melhores só no Kashima Antlers, e queriam dar emoção ao cameponato, e começou a seguir o Lifestyle japonês: sushis, cosplay, strippers vestidas de Sailor Moon, e, jogando futebol, se deu bem lá, fazendo muito sucesso entre as crianças. Vendo isso, a Toei o contrata pra fazer dublagem em todos os Tokusatsus do ano, mas é aquilo, saudades do feijão e de saco cheio de comer peixe cru, já que, de onde ele vem, se costuma cozinhá-lo ou fritá-lo antes, e resolve voltar ao chiqueiro, já que simpatizava mais com porcos que com urubus. De volta ao Palmeiras, onde era ídolo, ganha alguns jogos, a Libertadores de 99, se torna testemunha ocular do frango do Marcos contra o Manchester United e perde o jogo mais ganho de todos os tempos, contra o Vasco naquela Copa MERCOSUL. Envergonhado com essa derrota, ele se manda de lá e trai o Lado Azul da Força, migrando pro Rosa, indo jogar no Grêmio, gostaria de olhar melhor o maior gesto de pederastia do futebol brasileiro: a Avalanche, mas, a OHNI (Organização dos Homofóbicos de Nova Iguaçu) estavam de pirracinha com o governo pra renegá-lo como iguaçuano, então, não querendo ser boicotado pelos conterrâneos por besteira, voltou pro Palmeiras com a âncora na mão pra afundar o time pra Segundona. Afundamento feito, atende ao pedido do Pofexô pra reativar a Conspiração Futebolística Iguaçuana, mas, dessa vez no Cruzeiro, e levando com ele um Gameshark comprado por $10 no Camelódromo da sua cidade natal a pedido do conterrâneo Pofexô, só assim mesmo pra conseguir uma campanha com 100 pontos e 103 gols. Depois de muito tempo, resolve voltar ao Rio pra jogar no Flamengo de novo, e estranhou muito as coisas que aconteciam por lá: principalmente o fato de uma avenida tomar o lugar do matagal onde ele começou a carreira, achando isso um insulto, mas reconhecendo que ajudou a desafogar o trânsito por lá (ou não). Ajudou o time a não cair em 2004 e se preparou pro ano que viria: um ano onde o Flamengo estava sem dinheiro (pior que anteriormente) e aceitando qualquer DVD de peladeiro que queira jogar no time. Esportista é uma das 2 profissões onde é necessário mentir pra se dar bem (todo mundo sabe da outra), mas, ele falou uma verdade, quando xingou o Cuca de incompetente e dizendo que a única coisa que ele fez de útil pro mundo foi uma filha gostosa. E perdeu o emprego. Fim da carreira? Não! Ao saber que Lindberg seria o prefeito de Nova Iguaçu e que a Fani representaria a cidade no BBB, começa a sentir vergonha de ser iguaçuano, mas, resolve desistir da vergonha levar o orgulho da cidade pra cima, assinando com o time da cidade, o ajudando a subir pra 1ª divisão no Rio. Conseguiu contratar o Edmundo, mas, foi trollado por ele, que usou o time só pra não engordar e cometer alguns acidentes automobilísticos na Via Light, inclusive sendo decisivo no acidente no Viaduto da avenida no dia da sua inauguração, resultando na interdição imediata dele. Mas, com o u sem Edmundo, o time subiu, mas não arranjou nada. Depois, se juntou ao Romário no projeto “Vovôs do Futebol”, que popularizava o futebol em pólos onde são desconhecidos, indo a Miami, no Pênis da América, jogar no Miami mesmo, pra jogar num time cheio de surfistas e “chicanos” traficantes, encerrando a carreira de jogador e iniciando a carreira de treinador, e só trabalhou por lá mesmo. Depois disso, passou o tempo curtindo uma folga cuidando do seu urubu, seu porco e sua raposa, após anos de trabalho árduo e uma experiência gerindo o Nova Iguaçu, dirigir time pequeno é até fácil mesmo, e Sheila Gama está na torcida pra que ele não tente a prefeitura de Nova Iguaçu, sabendo que boleiros já invadiram a política.

Como comentarista[editar]

Uma vez penduradas as chuteiras, Zinho foi chamado para fazer parte da banca de "especialistas" da Fofox Sports.